Guincho e transportadora lidam com a pior das dores: o veículo chega com avaria e a pergunta é de quem. Se a peça soltou na estrada ou já estava solta na retirada, ninguém sabia — até agora.
A dor do guincho
O motorista coleta o carro, mas não registra o estado. Na entrega, o cliente aponta um para-choque solto e cobra o guincho. Sem prova da origem, a empresa arca com o prejuízo.
O risco na carga
- Indenização paga por dano que não causou.
- Seguro mais caro após sinistros recorrentes.
- Cliente perdido que não confia no transporte.
Laudo na retirada e na entrega
Na retirada, o veículo é vistoriado nas 4 vistas com GPS e o cliente (ou o proprietário) assina. Na entrega, um novo laudo é comparado. O histórico por placa registra a linha do tempo de responsabilidade entre origem e destino.
Benefício para a operação
A transportadora entrega com prova de origem. Se o dano era pré-existente, a cobrança não vem. Se foi na carga, o laudo aponta exatamente onde — e o seguro age certo.
Perguntas frequentes
Como o guincho prova que o carro já tinha o dano antes do guincho?
Com um laudo de retirada (check-in) com fotos e assinatura no local da coleta. Na entrega, o compare mostra se houve dano novo durante o transporte.
O histórico de veículo ajuda a transportadora em repetições?
Sim. O veículo carrega seu histórico por placa, acelerando a vistoria e criando uma linha do tempo de responsabilidade entre origem e destino.



