Depósito de veículos vive de guardar o alheio. A dor: um carro entra, fica meses no pátio e, na retirada, o dono alega que saiu pior do que entrou. Sem registro de entrada, o depósito responde.
A dor do depósito
O inventário manual anota “1 Fiat, prata” — sem estado, sem foto, sem quilometragem. Meses depois, provar o antes é impossível.
O problema do inventário manual
- Planilha desatualizada — ninguém sabe o estado real.
- Disputa de guarda vira indenização paga.
- Auditoria impossível em grandes pátios.
Histórico na entrada e na saída
Cada veículo recebido vira um laudo de entrada com fotos geolocalizadas, quilometragem e assinatura. Na retirada, o laudo de saída é comparado. O histórico por placa vira a trilha de auditoria da guarda — de quem, quando e em que estado.
Benefício para o pátio
O depósito opera com inventário vivo: cada carro é pesquisável, cada movimentação registrada. A disputa de guarda acaba na entrada — não no processo.
Perguntas frequentes
Como o depósito prova o estado do carro na guarda?
Com um laudo de entrada no recebimento: fotos das 4 vistas, quilometragem e assinatura. Na retirada, o compare mostra o que mudou durante a guarda.
O histórico de veículo ajuda o inventário do pátio?
Sim. Cada carro vira um registro pesquisável por placa, com linha do tempo de entradas e saídas — substituindo planilhas frágeis.



