Nome do cliente e CPF são dois dos campos mais digitados — e mais errados — em qualquer vistoria. Um dígito trocado no CPF ou um nome mal escrito compromete a identificação do documento. Com o Danos Aparentes, esses dados agora saem direto do verso da CNH, sem digitação.
Como funciona o scanner
O aplicativo já lia o código de barras (PDF417) do verso da CNH para preencher o número de habilitação. A leitura é feita pela câmera do celular, offline, sem enviar a foto do documento para nenhum servidor externo — o processamento acontece no próprio aparelho.
O que é lido automaticamente
- Nome completo do titular, já formatado (primeira letra maiúscula em cada palavra).
- CPF, validado pelo dígito verificador antes de preencher o campo.
- Número da CNH, como já acontecia antes.
Cada campo é preenchido de forma independente: se o código de barras estiver parcialmente ilegível e o CPF não passar na validação, o nome e o número da CNH continuam sendo preenchidos normalmente — nada trava a vistoria por causa de um único campo.
Por que isso é seguro
Diferente de uma consulta de CPF por API paga de terceiros — que expõe dado pessoal a um serviço externo e tem custo por consulta — aqui a informação vem do próprio documento que o cliente já está apresentando ao vistoriador, no momento da vistoria. Não há chamada de rede, não há intermediário e não há custo adicional.
O que muda no fluxo da vistoria
Na prática, o vistoriador aponta a câmera para o código de barras uma única vez e três campos são preenchidos de uma vez: nome, CPF e habilitação. Isso segue a mesma lógica de outras melhorias do app — ver também como eliminar a redigitação e erros de transcrição na vistoria.


