No sinistro, a diferença entre um processo rápido e uma novela é a documentação. Um laudo de avarias claro e validável acelera a análise e evita questionamentos.
O que a seguradora espera
- Estado do veículo registrado por peça, com gravidade.
- Fotos abertas e de detalhe, com data, hora e local.
- Documento íntegro, que não possa ser alterado depois.
Como documentar bem
- Registre todas as avarias aparentes, mesmo as pequenas.
- Não edite as fotos — a seguradora valoriza o registro original.
- Feche o laudo com assinaturas e selo de validação no mesmo dia da ocorrência.
Perfil e campos: o laudo se adapta a você
No perfil da vistoria você define o nome do vistoriador e da empresa e decide exatamente o que entra no documento. Dá para adicionar campos próprios (apólice, contrato, nº do box, KM, centro de custo), remover os que não usa e até reordenar as seções — perfil, cliente, documentos, veículo, local e assinaturas — para o laudo ficar com a cara da sua operação.
Sua logo e o nome da empresa no PDF
O laudo sai com a logo e o nome da sua empresa no cabeçalho — concessionária, locadora ou despachante. É um documento white-label: você configura uma vez e passa a usar em todas as vistorias. Veja como fica:

Assinatura, QR Code e hash de validação
Ao concluir, o vistoriador e o proprietário/responsável assinam na própria tela (dedo ou caneta). O PDF é então selado com um hash SHA-256 — que prova que o arquivo não foi adulterado — e um QR Code que permite conferir o laudo original online a qualquer momento. É o que dá força ao documento numa contestação.
Não confunda com a vistoria de procedência: veja a diferença entre laudo cautelar e laudo de avarias.


