Um PDF comum pode ser editado em qualquer editor sem deixar rastro visível. Isso é um problema sério quando o documento é usado para sustentar uma cobrança ou contestar um sinistro. O QR Code de verificação existe para resolver exatamente isso.
O que é o QR Code do laudo
Ao concluir a vistoria, o app gera um hash SHA-256do conteúdo do laudo — uma espécie de "impressão digital" única daquele documento exato. O QR Code impresso no PDF leva a uma página pública onde esse hash pode ser conferido a qualquer momento.
Como funciona a verificação
Quem recebe o laudo escaneia o QR Code (ou acessa a página de verificação e cola o código) e confere se o hash bate com o do documento original. Se alguém alterou qualquer campo do PDF depois de gerado, o hash não confere — a adulteração fica evidente.
Perfil e campos: o laudo se adapta a você
No perfil da vistoria você define o nome do vistoriador e da empresa e decide exatamente o que entra no documento. Dá para adicionar campos próprios (apólice, contrato, nº do box, KM, centro de custo), remover os que não usa e até reordenar as seções — perfil, cliente, documentos, veículo, local e assinaturas — para o laudo ficar com a cara da sua operação.
Sua logo e o nome da empresa no PDF
O laudo sai com a logo e o nome da sua empresa no cabeçalho — concessionária, locadora ou despachante. É um documento white-label: você configura uma vez e passa a usar em todas as vistorias. Veja como fica:

Assinatura, QR Code e hash de validação
Ao concluir, o vistoriador e o proprietário/responsável assinam na própria tela (dedo ou caneta). O PDF é então selado com um hash SHA-256 — que prova que o arquivo não foi adulterado — e um QR Code que permite conferir o laudo original online a qualquer momento. É o que dá força ao documento numa contestação.
Trabalha com seguradora ou corretora? Veja também a página de vistoria com QR Code anti-fraude para seguradoras.
Perguntas frequentes
Para que serve o QR Code no laudo de vistoria?
O QR Code leva a uma página pública de verificação onde é possível conferir o hash SHA-256 do laudo original. Se o documento foi alterado depois de gerado, o hash não confere — expondo a adulteração e reforçando a confiança no laudo.


